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Digisac preço 2026: quanto custa por mês, de verdade

O Digisac parte de R$ 197 por mês, mas esse não é o valor que você paga. Abrimos a conta inteira: usuários, canais, taxas da Meta e as alternativas.

Você entrou aqui procurando um número. Provavelmente digitou “digisac preço” ou “digisac valor mensal” e caiu em três páginas seguidas que terminavam com “fale com um consultor”.

A resposta curta existe e está no primeiro parágrafo da próxima seção. Mas ela sozinha engana.

O valor divulgado do Digisac é um piso de entrada, não uma mensalidade. O que a sua empresa vai pagar depende de quantos atendentes você tem, de quantos canais você liga, de quais módulos você ativa e de uma conta separada que quase ninguém mostra: a que a Meta cobra por fora, por mensagem.

Este guia abre a conta inteira. Números reais, três cenários de empresa brasileira, o que perguntar antes de pedir orçamento e uma comparação honesta com as outras formas de resolver o mesmo problema — inclusive uma que custa uma fração disso.

Digisac preço 2026 — quanto custa por mês no Brasil, conta completa com usuários, canais e taxas da Meta — banner do Lion CRM

A resposta curta: quanto custa o Digisac

O Digisac parte de R$ 197 (~38 $) por mês. Esse é o valor de entrada que a própria empresa divulga, e é o número que aparece quando alguém pergunta o preço no material deles.

Agora a parte que o número esconde.

Esse valor é um ponto de partida, não um plano. O Digisac não publica tabela com Básico, Pro e Enterprise. Não existe página com três colunas e um botão “assinar”. Cada contrato é montado sob medida pelo time comercial, depois de uma conversa sobre o seu cenário.

Na prática isso significa três coisas.

Primeira: você não consegue saber o seu preço sem falar com um vendedor. Segunda: duas empresas do mesmo tamanho podem pagar valores diferentes. Terceira: o seu custo vai subir conforme você crescer, e a curva dessa subida não está escrita em lugar nenhum antes de você assinar.

Empresas pequenas, com dois ou três atendentes e só o WhatsApp ligado, tendem a ficar perto do piso. Operações com equipe de dez pessoas, chatbot, funil e integração com ERP saem bem acima disso. É comum ver relatos de contratos na faixa de quatro dígitos mensais em operações médias.

Se você precisa de um número para colocar na planilha hoje, use R$ 197 (~38 $) como piso absoluto e trabalhe com uma faixa realista de R$ 400 a R$ 1.200 (~77 $ a ~232 $) por mês para uma equipe pequena com canais e automação ligados. Essa faixa não é oficial — é a leitura honesta de como esse modelo de precificação costuma se comportar no mercado brasileiro.

E ainda falta a conta da Meta, que vem na seção cinco.

Por que não existe tabela pública de preços

Isso incomoda muita gente, e a irritação é legítima. Mas vale entender a lógica, porque ela muda o jeito de negociar.

Plataformas de atendimento omnicanal vendem para realidades muito diferentes. Uma clínica com dois recepcionistas e uma operação de cobrança com sessenta agentes usam o mesmo software de formas incomparáveis. Uma tabela fixa ou fica cara demais para a clínica, ou barata demais para a cobrança.

O modelo de orçamento sob medida também dá margem comercial. O vendedor conhece o seu tamanho antes de dizer o preço. Isso é bom para o fornecedor e ruim para quem compra sem se preparar.

Existe ainda um motivo técnico. Parte do custo real da plataforma não é dela: é da Meta, e varia por volume de mensagem. Publicar um preço fechado obrigaria o fornecedor a assumir um risco que ele prefere repassar.

Nada disso é desonesto. É só assimétrico. E a forma de reequilibrar é simples: chegar na conversa com números seus na mão.

Antes de pedir orçamento, tenha escritos quantos atendentes vão usar, quantos números de WhatsApp você quer ligar, quantas mensagens ativas você dispara por mês e quais integrações são obrigatórias. Com isso na mesa, a proposta vira comparável. Sem isso, você recebe um número e não tem como saber se ele é bom.

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Os cinco fatores que montam o seu orçamento

O próprio Digisac lista o que entra na conta. São cinco variáveis, e elas se multiplicam entre si.

1. Número de usuários. É o fator com maior peso. Cada atendente que precisa de login soma no valor mensal. Aqui mora o erro mais caro do processo de compra: pedir orçamento para a equipe de hoje e esquecer os três vendedores que entram no semestre que vem. Peça o preço para o cenário de doze meses, não para o de hoje.

2. Canais de comunicação. WhatsApp, Instagram, Facebook Messenger, Telegram, SMS, e-mail, WebChat e Reclame Aqui. Cada canal ligado aumenta o escopo. Se o seu atendimento é 95% WhatsApp, ligar seis canais “porque está incluso” pode empurrar você para uma faixa que não precisava.

3. Funcionalidades. Módulos de inteligência artificial — transcrição de áudio, resumo automático de conversa, sugestão de resposta —, distribuição automática de atendimento e funil de vendas entram conforme a necessidade. São exatamente os itens que impressionam na demonstração e que metade das equipes não usa no terceiro mês.

4. Volume de mensagens. Operação de alto tráfego exige configuração diferente. E volume também é o que conecta o seu contrato à cobrança da Meta, explicada mais adiante.

5. Integrações. HubSpot, RD Station, Pipedrive, Salesforce, Zoho, Shopify, ERPs e chamadas de API sob medida. Quanto mais complexa a integração, maior o custo — às vezes em forma de projeto de implantação, não de mensalidade.

Uma observação prática sobre esses cinco itens. Eles não são independentes. Mais usuários com mais canais e IA ligada não somam: multiplicam. É por isso que o salto entre “equipe pequena” e “equipe média” costuma surpreender.

Se você já passou por isso com outra ferramenta, o padrão vai parecer familiar — é a mesma dinâmica que descrevemos nos modelos de precificação de CRM de WhatsApp.

A conta real: três cenários de empresa brasileira

Números soltos não ajudam ninguém a decidir. Então vamos montar três cenários concretos.

Importante: os valores do Digisac abaixo são estimativas de faixa, construídas a partir do piso divulgado de R$ 197 (~38 $) e do modelo de cobrança por usuário e escopo. Não são tabela oficial. Use como ordem de grandeza para a sua planilha e confirme na proposta.

Cenário 1 — Clínica odontológica, 2 recepcionistas, só WhatsApp

Duas pessoas atendendo, um número, sem chatbot, sem integração. Agendamento, confirmação e remarcação.

Faixa realista de plataforma: R$ 197 a R$ 400 (~38 $ a ~77 $) por mês.

Aqui a pergunta honesta é outra: essa clínica precisa de uma plataforma omnicanal? O problema dela é não perder paciente e não repetir mensagem. Isso uma camada leve sobre o WhatsApp Web resolve, como mostramos no guia de CRM de WhatsApp para clínica odontológica.

Cenário 2 — E-commerce, 6 atendentes, WhatsApp + Instagram + chatbot

Seis logins, dois canais, bot de primeiro atendimento, integração com a plataforma de loja, disparo de status de pedido.

Faixa realista de plataforma: R$ 700 a R$ 1.500 (~135 $ a ~290 $) por mês.

E aqui entra o item que quase todo orçamento de e-commerce esquece: o disparo de status de pedido é mensagem ativa. Isso é cobrado pela Meta por fora, na categoria utilidade. A conta está na próxima seção.

Cenário 3 — Operação de cobrança, 20 agentes, alto volume

Vinte logins, distribuição automática, transcrição de áudio, integração com ERP, disparo diário em volume.

Faixa realista de plataforma: R$ 2.000 a R$ 4.000 (~386 $ a ~772 $) por mês, mais implantação.

Nesse porte o preço da plataforma deixa de ser o maior número da planilha. O maior número vira o custo de mensagem. É o cenário onde vale mais negociar a Meta do que negociar o fornecedor.

Repare no padrão. Entre o cenário 1 e o cenário 3, o número de atendentes multiplica por dez. O custo mensal multiplica por algo em torno de dez a vinte. Não é linear, e a curva acelera no meio.

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O custo escondido: o que a Meta cobra por fora

Esta é a seção que muda orçamento, e é a que falta na maioria das páginas sobre preço de plataforma.

Quando você usa a API oficial do WhatsApp — e é isso que uma plataforma como o Digisac entrega —, existem duas faturas. A da plataforma e a da Meta.

A plataforma cobra pelo software. A Meta cobra pelas mensagens que a sua empresa inicia. São coisas separadas, e a segunda não aparece na proposta comercial.

Os valores praticados no Brasil em 2026 ficam nesta faixa:

Categoria da mensagem Custo aproximado no Brasil Quando acontece
Marketing R$ 0,31 a R$ 0,38 (~0,06 $ a ~0,07 $) Promoção, novidade, carrinho abandonado
Utilidade R$ 0,04 a R$ 0,05 (~0,01 $) Status de pedido, confirmação, lembrete
Autenticação R$ 0,15 a R$ 0,19 (~0,03 $ a ~0,04 $) Código de verificação
Serviço (cliente inicia) Gratuito O cliente te chama primeiro

Duas regras importam muito aqui.

Primeira: conversa iniciada pelo cliente é gratuita. Se o seu atendimento é reativo — o cliente manda mensagem, você responde —, a sua fatura da Meta tende a zero. Esse é o caso da maioria dos negócios pequenos no Brasil.

Segunda: existe uma franquia mensal de mil conversas gratuitas, válida para qualquer categoria. Operação pequena raramente estoura isso.

Agora a conta do cenário 2, o e-commerce. Suponha 3.000 mensagens de status de pedido por mês, categoria utilidade, a R$ 0,045.

3.000 × R$ 0,045 = R$ 135 (~26 $) por mês. Descontando a franquia, algo perto de R$ 90 (~17 $). Pequeno. Tranquilo.

Agora troque o cenário. Mesma loja, campanha de Black Friday, 10.000 mensagens de marketing a R$ 0,35.

10.000 × R$ 0,35 = R$ 3.500 (~676 $) em um mês. Isso é mais do que o dobro da mensalidade da plataforma no mesmo cenário.

É por isso que a pergunta “quanto custa o Digisac” está mal formulada. A pergunta certa é “quanto custa a minha operação de WhatsApp por mês, somando plataforma e Meta”. Empresas descobrem isso na segunda fatura.

Dois avisos de calendário para 2026. A Meta aplica uma mudança de precificação a partir de 1º de outubro de 2026, migrando o modelo de cobrança por conversa para cobrança por mensagem em mais categorias. E há previsão de faturamento direto em reais no segundo semestre, o que elimina o spread do câmbio. Confirme os dois pontos com o seu fornecedor antes de fechar contrato anual.

Se você quer entender o outro lado dessa moeda — como conseguir a aprovação oficial e o selo verde —, o caminho está detalhado no guia de aprovação da Meta e WABA para revendedores.

O teste grátis: 7 ou 10 dias?

Detalhe pequeno, mas revelador.

O site principal do Digisac oferece teste grátis de 7 dias, com treinamento e suporte inclusos. O artigo do blog deles sobre custo fala em 10 dias.

Não é armadilha. É material desatualizado, coisa que acontece em qualquer empresa que produz muito conteúdo. Mas serve de lembrete: quando o preço não está publicado, os detalhes do contrato também costumam variar entre canais.

Confirme por escrito, na proposta, três coisas: a duração exata do teste, se ele exige cartão e se o período de teste já consome a franquia de mensagens da Meta.

O material deles também menciona setup grátis. Vale confirmar o que “setup” inclui. Configurar um número de WhatsApp é diferente de migrar histórico, treinar equipe e construir um chatbot. O primeiro costuma ser gratuito. Os outros três raramente são.

O que perguntar antes de pedir orçamento

Leve esta lista para a reunião. Ela transforma uma proposta genérica em um número que você consegue comparar.

  1. Qual é o valor mensal para exatamente N usuários? Diga o número. Não aceite faixa.
  2. O que acontece com o preço no usuário N+1? Existe degrau ou é linear?
  3. Quais canais estão inclusos nesse valor e quanto custa ligar mais um?
  4. Os módulos de IA estão inclusos ou são cobrados à parte? Se à parte, quanto?
  5. Qual é o prazo mínimo de contrato? Mensal, semestral ou anual?
  6. Qual é a multa por cancelamento antecipado?
  7. A cobrança da Meta é repassada com markup ou pelo custo? Peça o percentual.
  8. O setup inclui migração de histórico e construção de chatbot?
  9. O reajuste anual está indexado a quê? IPCA, dólar ou negociação livre?
  10. Meus dados são exportáveis em que formato, se eu sair?

A pergunta 7 é a que mais economiza dinheiro e a que menos gente faz. Alguns fornecedores repassam a tarifa da Meta com margem. Um markup de 30% sobre R$ 3.500 de campanha é mais de mil reais por mês que ninguém combinou.

A pergunta 10 é a que mais evita arrependimento. Você está colocando o histórico de relacionamento com o seu cliente dentro de um sistema de terceiro. Saber como tirar de lá é parte do preço.

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Comparativo de preço: Digisac, Kommo e extensão de Chrome

Três formas diferentes de resolver o mesmo problema, com três estruturas de custo diferentes.

Digisac Kommo Lion CRM (extensão)
Preço publicado Não, a partir de R$ 197 (~38 $) Sim, por usuário Sim, tabela pública
Faixa por usuário/mês Sob orçamento R$ 66 a R$ 197 (~13 $ a ~38 $) R$ 12,95 a R$ 5,18 (~2,50 $ a ~1 $) no plano de parceiro
Prazo mínimo Sob contrato Semestral no Brasil Sem prazo mínimo no plano de uso
Moeda de cobrança Real Dólar, convertido Real
WhatsApp oficial (WABA) Sim A partir do plano Avançado Não, roda sobre o WhatsApp Web
Custo por mensagem da Meta Sim, por fora Sim, por fora Não se aplica
Marca branca Não Não Sim, completa
Teste grátis 7 dias Sim 7 dias, sem cartão

Três leituras dessa tabela.

Sobre o Kommo. O preço é publicado, o que já é uma vantagem de transparência. Mas a cobrança é em dólar, então o seu custo em reais muda com o câmbio. E o Brasil só tem contratação semestral mínima. A API oficial do WhatsApp só entra a partir do plano Avançado, o que na prática elimina o plano de entrada para quem quer WABA. Se essa comparação te interessa, temos o recorte completo em alternativas ao Kommo.

Sobre a extensão. Ela resolve um problema diferente e por isso custa outra ordem de grandeza. Não faz disparo em massa oficial nem chatbot com WABA. Faz etiqueta, funil Kanban, resposta pronta e histórico dentro do WhatsApp Web que a sua equipe já usa. Se o seu gargalo é organização e não volume, essa é a compra certa — e a diferença de preço é de uma vírgula inteira.

Sobre a comparação em si. Não é justa e não deve ser. Comparar Digisac com extensão de Chrome é comparar um caminhão com uma van. A pergunta útil não é qual é melhor. É qual dos dois problemas você tem.

Quando o Digisac vale o preço — e quando não vale

Vamos ser diretos, dos dois lados.

Vale a pena quando:

Você tem equipe de cinco pessoas ou mais atendendo o mesmo canal. Distribuição automática de conversa e relatório de agente deixam de ser luxo e viram necessidade operacional.

Você atende de verdade em mais de um canal. Se Instagram e WhatsApp são ambos relevantes, uma caixa unificada economiza horas por semana.

Você precisa da API oficial. Disparo de status, notificação em volume e selo verde exigem WABA, e isso uma extensão não entrega.

Você tem processo maduro e quer automatizar. Chatbot só funciona bem quando existe um fluxo que já funciona no manual.

Não vale a pena quando:

Você tem um ou dois atendentes. O custo por pessoa fica alto demais para o ganho.

Seu atendimento é 100% reativo. Se o cliente sempre inicia, você está pagando por uma infraestrutura de disparo que não usa.

Seu problema real é organização, não escala. Perder follow-up e não saber em que etapa está o cliente é problema de funil, e funil custa muito menos que plataforma.

Você é agência ou revendedor. Aqui a lógica inverte completamente, e é o assunto da próxima seção.

Uma última nota honesta sobre o Digisac. A plataforma é sólida e o mercado brasileiro a conhece. A crítica deste artigo não é ao produto — é à opacidade do preço, que transfere para o comprador o trabalho de descobrir o custo real. Se você comparar com a estrutura das alternativas ao Digisac, vai notar que essa opacidade é padrão de categoria, não exceção.

E se, em vez de pagar, você quiser cobrar?

Existe um leitor específico deste artigo que está fazendo a pergunta errada.

É a agência. O consultor de marketing. A software house que atende quinze clientes locais. Essa pessoa pesquisou “digisac preço” porque um cliente pediu recomendação, e ela quer saber quanto vai custar antes de indicar.

Nesse caso o preço não é um custo. É uma margem que você está entregando de graça para outra empresa.

A conta é simples de ver. Você indica o Digisac para dez clientes. Cada um paga, digamos, R$ 600 por mês. São R$ 6.000 por mês de receita recorrente passando pelas suas mãos, e ficando inteirinha com o fornecedor. Você fica com o agradecimento.

O modelo de marca branca inverte isso. Você compra licenças a preço de parceiro e vende com o seu nome, seu preço e sua fatura.

Com o Lion CRM os números são públicos. No plano Starter a licença custa R$ 12,95 (~2,50 $) por usuário/mês. Se você cobra R$ 150 (~29 $) por usuário/mês de dez clientes com um usuário cada:

  • Receita: 10 × R$ 150 = R$ 1.500 (~290 $) por mês
  • Custo: 10 × R$ 12,95 = R$ 129,50 (~25 $) por mês
  • Margem: R$ 1.370,50 (~265 $) por mês

Some a entrada única de R$ 777 (~150 $). Você a recupera antes de fechar o primeiro mês cheio.

No plano Growth a licença cai para R$ 10,36 (~2 $). No Enterprise, para R$ 5,18 (~1 $). A margem por cliente cresce conforme a sua carteira cresce, o que é o oposto do que acontece quando você é apenas o indicador.

Tem um efeito que não aparece na planilha. No modelo de marca branca o cliente fica preso à sua marca, não à do fornecedor. Isso reduz churn e aumenta o valor da sua carteira, como detalhamos em como reduzir churn de clientes whitelabel.

E tem o detalhe que trava a maioria dos programas de parceria: preço de parceiro escondido. Sem tabela pública você não calcula margem, e sem margem calculada você não faz proposta. É exatamente o problema deste artigo, um andar acima.

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Quer ver a ferramenta funcionando antes de assumir qualquer compromisso? Instale o Lion CRM direto da Chrome Web Store. Cada instalação nova já libera 7 dias de teste gratuito, de forma automática.

Passo a passo:

  1. Abra o link de instalação → Instalar o Lion CRM na Chrome Web Store
  2. Clique em Usar no Chrome. A extensão instala em segundos.
  3. Abra o WhatsApp Web no navegador. O Lion CRM ativa sozinho.
  4. Seu teste de 7 dias começa no primeiro acesso. Não precisa de cartão.
  5. Ao fim dos 7 dias você escolhe um plano pago ou entra no programa de marca branca.

No canal do YouTube LotsOfCode você encontra o passo a passo completo em vídeo.

Lance seu próprio CRM de WhatsApp com marca branca

Pronto para vender o Lion CRM como se fosse seu? O caminho completo é este:

Passo a passo:

  1. Acesse o painel de administração → admin.lioncrm.com
  2. Cadastre sua conta e faça login.
  3. Escolha um plano (Starter / Growth / Enterprise) e finalize o pagamento com PayPal. Depois você cai direto no painel.
  4. Abra a seção Branding e preencha os dados da sua marca: nome, logo, cores, número de suporte e seu site. Clique em Salvar.
  5. Clique em Download Extension para baixar a sua extensão já com a sua marca.
  6. Na seção Licenças você gera as licenças:
    Licenças pagas (cada uma ocupa uma vaga ativa, ao custo por usuário/mês do seu plano)
    Licenças de teste de 7 dias, para que seus clientes em potencial testem a sua extensão antes de pagar
  7. No Overview você tem 1 mês de licença grátis para uso próprio.
  8. Coloque saldo uma vez na seção Wallet. Assim você não paga licença por licença: cada nova licença desconta do saldo.
  9. Distribua sua extensão com a sua marca e ative as licenças. Pronto, você já está vendendo o seu próprio CRM de WhatsApp com marca branca.

Preços de parceiro (estão na página de preços): Starter R$ 777 (~150 $) de entrada + R$ 12,95 (~2,50 $) por usuário/mês · Growth R$ 1.036 (~200 $) + R$ 10,36 (~2 $) · Enterprise R$ 1.295 (~250 $) + R$ 5,18 (~1 $). Para manter a conta ativa você precisa de 10 licenças ativas por mês, com 3 meses de carência no começo.

Como parceiro de marca branca você fala com a gente direto pelo WhatsApp — qualquer dúvida, qualquer personalização: chame o Kuldeep Dadhich no +91 74260 38448.

Perguntas frequentes

Quanto custa o Digisac por mês?
O valor de entrada divulgado é a partir de R$ 197 (~38 $) por mês. Não existe tabela pública com planos fixos: cada contrato é montado sob medida pelo time comercial. Para uma equipe pequena com canais e automação ligados, trabalhe com uma faixa realista de R$ 400 a R$ 1.200 (~77 $ a ~232 $) mensais e confirme na proposta.

Por que o Digisac não publica os preços no site?
Porque o modelo é de orçamento personalizado. O valor final depende de número de usuários, canais ligados, módulos contratados, volume de mensagens e complexidade das integrações. Uma tabela fixa ficaria cara demais para operações pequenas e barata demais para operações grandes.

O preço do Digisac inclui o custo das mensagens do WhatsApp?
Não. São duas faturas separadas. A plataforma cobra pelo software e a Meta cobra pelas mensagens que a sua empresa inicia. No Brasil isso fica em torno de R$ 0,31 a R$ 0,38 (~0,06 $ a ~0,07 $) por mensagem de marketing e R$ 0,04 a R$ 0,05 (~0,01 $) por mensagem de utilidade. Conversa iniciada pelo cliente é gratuita.

Existe teste grátis do Digisac?
Sim. O site oficial oferece 7 dias de teste gratuito, com treinamento e suporte inclusos. Um artigo do blog deles menciona 10 dias, o que provavelmente é material desatualizado. Confirme a duração exata por escrito na proposta.

Qual é o prazo mínimo de contrato do Digisac?
Não é divulgado publicamente e faz parte da negociação. Peça o prazo mínimo e a multa por cancelamento antecipado por escrito antes de assinar, junto com o índice de reajuste anual.

Digisac ou Kommo: qual sai mais barato?
Depende do tamanho. O Kommo publica preço por usuário, na faixa de R$ 66 a R$ 197 (~13 $ a ~38 $) por usuário/mês no anual, mas cobra em dólar e exige contratação semestral mínima no Brasil. O Digisac cobra em real e monta orçamento fechado. Para equipes muito pequenas o Kommo tende a ser mais previsível; para operações médias com muitos canais, o orçamento fechado costuma sair melhor.

Existe alternativa mais barata que o Digisac para uma equipe pequena?
Sim, se o seu problema for organização e não volume de disparo. Uma extensão de Chrome sobre o WhatsApp Web entrega etiqueta, funil Kanban, resposta pronta e histórico por uma fração do custo, sem aprovação da Meta e sem cobrança por conversa. Ela não substitui a API oficial para disparo em massa.

Sou agência: compensa revender em vez de indicar?
Compensa em quase todos os cenários. Indicando, a receita recorrente fica com o fornecedor. No modelo de marca branca do Lion CRM, com 10 clientes a R$ 150 (~29 $) por usuário/mês e custo de R$ 12,95 (~2,50 $) por licença no plano Starter, a margem fica em torno de R$ 1.370 (~265 $) por mês, e o cliente fica preso à sua marca.

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O veredito honesto

Se você veio buscando um número, leve estes três.

R$ 197 (~38 $) é o piso de entrada divulgado do Digisac, e quase ninguém paga exatamente isso. A faixa realista para uma equipe pequena com canais e automação fica entre R$ 400 e R$ 1.200 (~77 $ e ~232 $) por mês. A conta da Meta vem separada e pode superar a mensalidade em mês de campanha.

Se a sua operação tem cinco atendentes ou mais, precisa de API oficial e atende em vários canais, o Digisac está no grupo certo de ferramentas para avaliar. Peça o orçamento com a lista de dez perguntas deste artigo na mão. A opacidade de preço só é desvantagem para quem chega despreparado.

Se você tem dois atendentes e o seu problema é follow-up esquecido, você não precisa disso. Precisa de funil dentro do WhatsApp Web, e isso custa uma fração.

E se você é agência, a pergunta certa nunca foi “quanto custa”. Foi “quanto eu consigo cobrar”. Nesse caso o teste custa sete dias e zero real.

Instale, use com atendimento de verdade por três dias e decida com dado seu. Nenhuma tabela comparativa — inclusive esta — vale mais que isso.

Escrito por Kuldeep Dadhich, fundador do Lion CRM (LotsOfCode Private Limited). Mais guias em vídeo no YouTube: LotsOfCode.

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